sábado, 14 de agosto de 2010

Cana para os Congros…

 

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Mas bem que podia chamar-lhe cana do inferno!

A maior e mais difícil que construi até agora. Já devo ter utilizado esta expressão referindo-me a outras canas mas esta pelo tamanho e pelo pormenor que lhe quis dar, foi uma verdadeira dor de cabeça até para a fotografar. Mas valeu a pena. Digo eu!

Há muito tempo que o “Kaywox” (é assim que é conhecido nos fóruns) namorava uma Made in Portugal. Só não sabia que tipo de cana queria.

Após algumas conversas e com um crescente entusiasmo alimentado por algumas capturas de Congros, a encomenda foi feita.

A cosmética ficou ao meu critério (uma chatice) mas com algumas dicas em relação às cores e um pequeno pormenor no gráfico.

Para este tipo de cana é quase obrigatório a escolha do “blank” recair no conolon nacional. Uma vara de 4,50m divididos em duas partes. Quase indestrutível.

O cabo foi forrado com manga retráctil com um relevo em forma de diamante para melhorar a aderência.

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O porta carretos Fuji em grafite, tamanho 30, para garantir a robustez necessária aos esforços a que a cana vai ser submetida.

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No gráfico, para além dos habituais logos e informação técnica, surge uma potencial vitima ameaçada pela sangrenta letra com que está escrito o nome da cana: Kaywox Congro.

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Os passadores de armação em aço inox com porcelana em Sic, foram embelezados com um efeito marmóreo diferente e que utilizei pela primeira vez. Uma base preta com vermelho e brilhantes prateados. Um efeito diferente com um resultado bastante atraente.

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Uma cana dos infernos pronta a levar a Juízo Final alguns Safios do norte do país!

Espero que em breve o Zé a possa estrear e comprovar a sua eficácia.

Com as encomendas a aumentarem, o tempo para vos mostrar as minhas canas está reduzido e a fila de espera a aumentar. As próximas vão estar aqui em breve.