segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Jigging a dobrar com destinos bem diferentes –Madeira e Angola

 

A mesma técnica com duas abordagens diferentes, a Madeira com o objectivo primordial focado nos pargos e Angola mais ambiciosa a pensar em exemplares de maior porte.

Comecemos pela Madeira.

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O Luis Inácio pediu-me para construir uma cana de jigging mais ligeira de forma a tirar mais partido da luta que as capturas possam dar. Uma escolha inteligente na minha opinião pois afinal o que nos dá gozo é a luta. Se usarmos canas demasiado fortes e desproporcionadas perdemos metade do gozo.

O blank é da American Tackle série Matrix verde com 2,13m para linhas entre 15 e 30 lbs, porta carretos e guimbal em alumínio e passadores Typhon com a cerâmica em Nanoplasma altamente resistente ás linhas multifilares, tudo da American Tackle.

Guimbal em alumínio lilás com o meu logo gravado seguido de um split grip em eva com a parte central preenchida com um enrolamento aleatório em lilás, dourado e verde emoldurado por duas peças de alumínio também em lilás.

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Porta carretos em alumínio com o nome do Luís gravado e foregrip em eva rematado com mais uma peça de alumínio.

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O gráfico tem como fundo umas escamas em lilás e preto com o nome da cana, especificações técnicas e os meus logos.

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Passadores American Tackle com cerâmica em Nanoplasma com revestimento holográfico integral com enrolamentos em dourado e lilás.

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Agora só me resta aguardar pelas fotos das capturas.

A Madeira já está!

Angola!

Esta foi uma surpresa proporcionada pela esposa do José Moreira ao próprio.

Barracudas, peixes galo, corvinas , dourados e de vez em quando atuns serão as capturas alvo do José.

O blank é da American Tackle série Vertical Jigging com 1,82m indicado para linhas entre as 30 e 50lbs e para amostras até 250gr. Passadores Alps e porta carretos e guimbal em alumínio da American Tackle. Split grip em eva com muitos detalhes em alumínio ao longo de todo o cabo. Este é um daqueles casos em que a simplicidade do jogo de cores esconde a riqueza dos detalhes.

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Gimbal em alumínio com o meu logo gravado seguido de um split grip em eva com três peças em alumínio e do porta carretos com o nome do José gravado a laser. O cabo termina com o foregrip em eva rematado por mais uma peça de alumínio. Tudo em preto.

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No gráfico  podemos observar a imagem de um lobo, a pedido do cliente, a frase “O Lobo talvez mude a pele, mas nunca a Alma”, as indicações técnicas e os meus logos, tudo em cima de um fundo preto.

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Passadores Alps XN pretos com enrolamentos em preto, cinzento e prateado.

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E estão assim apresentadas mais estas duas meninas de quem eu espero muitas e grandes alegrias.

Em breve mais beldades irão desfilar por aqui.

domingo, 6 de outubro de 2013

Surfcasting e embarcada em tons e sons de azul

 

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Sendo uma reconstrução resolvi dar-lhe algum tempo de antena pois gostei do tema que o Hélder Capinha usou como inspiração para esta menina das praias.

Originalmente foi uma Tubertini Metallica, agora é também uma Custom by 7even com a banda “Metallica” a servir de inspiração.

Cabo forrado em pele de raia sintética azul, batente em alumínio azul, porta carretos em grafite Alps, gráfico inspirado na banda de metal “Metallica” e passadores Fuji Low Rider. Estes são os condimentos que ajudaram a cozinhar esta menina com o resultado que vos passo a mostrar.

Batente em alumínio seguido do cabo forrado em pele sintética azul interrompido a meio com o logo da 7even.

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Porta carretos Alps com a parte central também em pele sintética e rematado com detalhes em alumínio azul.

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O gráfico é constituído pelo nome do cliente com a cobra que serviu de ilustração na capa do “Black Album” e a imagem do vocalista da banda James Hetfield. A completar as indicações técnicas da cana assim como o meu logo.

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Os enrolamentos são todos feitos em linha metalizada sendo que o enrolamento de baixo foi feito com duas linhas enroladas em simultâneo resultando neste aspecto matizado. Para rematar listas em prateado, azul e preto.

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O último terço da ponteira desta cana costuma vir de fábrica pintada de branco com uma linha de nylon enrolada na mesma. Nunca consegui perceber qual o motivo pois não existe qualquer justificação técnica para o facto. Neste caso removi essa linha e a respectiva pintura branca substituindo-os por um enrolamento integral igual ao dos passadores.

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E está apresentada esta “rockeira” ou “metaleira” se preferirem.

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Depois dos sons azuis aqui têm os tons de azul em mais uma cana de pesca embarcada.

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O Eurico Ouro pediu-me uma cana vocacionada para os peixes de maior porte, para os pargos e douradas. Forte mas sensível e em tons de azul.

As escolhas do blank e dos componentes foram rápidas. Blank da American Tackle série ATX, passadores Alps XN Black e porta carretos preto da Alps em alumínio.

Com esta conjugação de componentes obtive uma cana forte mas bastante sensível aos toques mais matreiros das por vezes desconfiadas douradas.

Batente em alumínio preto seguido de um split grip em eva com a parte central forrada em pele de raia sintética azul.

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Porta carretos Alps de alumínio, em preto com as janelas preenchidas pela mesma pele sintética azul.

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No gráfico podemos observar a imagem de uma dourada com um fundo abstracto em preto, azul e prateado assim como o nome do cliente e a restante habitual informação técnica.

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Os passadores foram “vestidos” com um efeito marmóreo com base azul e detalhes em preto, azul escuro e prata rematados com listas em preto e prata.

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E já está! Os tons e os sons azuis devidamente apresentados. Dois estilos diferentes com a mesma cor em comum.

Em breve outras tonalidades vão chegar aqui.

domingo, 15 de setembro de 2013

Prometheus–pargos à chumbadinha

 

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Hoje apresento-vos mais uma cana para esta técnica que está em franca expansão e a cativar cada vez mais pescadores.

Neste caso o pescador é o Miguel Moreira que trazia ideias muito definidas acerca de como queria a cana mas que depois de conversarmos alterámos um pouco e o resultado final foi o que vamos ver em seguida.

Blank de origem asiática, telescópico, 3,70m com uma acção de 10-100gr. Passadores e porta carretos Fuji.

Batente em alumínio e cabo forrado com pele sintética de elefante. A meio do cabo o logótipo do Miguel gravado a laser. Os enrolamentos foram feitos com um efeito marmóreo em preto, prata, branco e cobre rematado com riscas pretas, laranja e cobre.

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Porta carretos Fuji com a parte central personalizada onde aparece novamente o logo do Miguel.

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O gráfico é constituído por uma imagem da cabeça de um pargo em confronto directo com o crânio do mesmo. No meio o nome da cana, “Prometheus” e as indicações técnicas assim como os meus logos.

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Os passadores Fuji K para além do já referido efeito marmóreo tem pintado à mão o número 52 a pedido do Miguel. Tarefa difícil mesmo utilizando a técnica que desenvolvi e que foi publicada recentemente na “Rodmaker Magazine”.

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E já está! Mais uma menina apresentada.

Desta vez com pouca escrita e mais fotos pois são elas que contam.

Brevemente, o jigging nas suas múltiplas facetas vai chegar aqui.

sábado, 17 de agosto de 2013

Radical Fly–a minha primeira menina para fly fishing

 

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Após ter feito algumas experiências, depois de ter estragado algum material e de passar horas a pesquisar e a conversar com colegas americanos que só constroem canas de fly, achei que estava pronto para construir a minha primeira cana para esta fascinante modalidade da pesca.

Os que me conhecem sabem que sou perfeccionista ou picuinhas se preferirem com aquilo que faço. Essa é a razão para tantos cuidados antes de iniciar esta construção.

Sem um cliente definido resolvi construir a cana a meu gosto e para pescar no mar.

A escolha de materiais foi fácil pois todos os componentes são da American Tackle: blank da série Matrix com 9´(2,70m) preto para lançar linhas de wt10, porta carretos em alumínio preto, passadores pretos e linhas para os enrolamentos em preto e laranja.

O cabo é de cortiça mas forrado com pele de raia sintética também em preto. Hook kepper em alumínio da mesma cor.

Para os menos entendidos nesta modalidade, uma cana com estas características é indicada para pescar no mar.

Nas primeiras fotos podem observar o “fighting butt” (a tradução desta expressão não me soa bem)  em cortiça forrado com pele sintética e o porta carretos em alumínio com pele laranja fluo por baixo a fazer realçar as janelas do mesmo. No meio destas duas peças o “hook kepper” também em alumínio preto.

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Cabo em cortiça forrado com pele sintética.

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Gráfico muito simples todo em preto e laranja com o logo da 7even, o habitual made in Portugal, as características técnicas e o meu peixe tribal em versão redesenhada por mim acompanhado pelo nome da cana “Radical Fly”.

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Os passadores são todos American Tackle sendo que o primeiro é um passador normal com porcelana e os seguintes são todos em arame de inox preto. Os enrolamentos são todos em preto e laranja com linhas Pro Wrap da American Tackle.

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E está apresentada mais uma menina. Desta vez uma estreia numa modalidade espetacular em que procurei fugir o máximo daquilo que tradicionalmente se faz nas canas de fly e utilizei materiais pouco comuns. Eu gostei do resultado final! E vocês?